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Perguntas frequentes
A 3M disponibiliza a "Cartilha de Dúvidas Frequentes" da área de Segurança Pessoal. Clique aqui e faça o donwload gratuitamente (PDF).
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
A vida útil para filtros e cartucho é variável, dependendo do tipo de contaminante, sua concentração, da freqüência respiratória do usuário, da umidade relativa do ambiente e da conservação do produto pelo usuário, devendo sempre ser avaliada pelo responsável sobre a determinação do uso de EPI.
O filtro mecânico deve ser trocado sempre que o usuário perceber um aumento na dificuldade de respiração através do filtro. Isto significa que ele se encontra saturado (entupido). Também deve ser trocado sempre que se encontrar perfurado, rasgado ou com qualquer outra falha que possa prejudicar seu funcionamento. Não deve ser feito qualquer tipo de reparo ou manutenção no produto.
Uma forma prática de se determinar a vida útil de cartuchos químicos é fazendo-se um histórico das trocas em determinada situação dentro do mesmo ambiente de trabalho ao longo de um bom período de tempo. A partir daí, desde que não haja nenhuma alteração do processo, uma média de tempo é calculada e então determina-se que, em média, os cartuchos deverão ser trocados naquele intervalo de tempo. Também é possível estabelecer um tempo estimado de fim de vida útil para os cartuchos utilizando-se o Software da 3M para este cálculo estimado, lembrando que ele só é válido para os cartuchos químicos da 3M. Mesmo assim, os usuários ainda devem ser orientados a trocar os cartuchos caso sintam cheiro ou gosto do contaminante, antes deste período pré estabelecido.
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De acordo com a Instrução Normativa da Fundacentro, se o contaminante for um agrotóxico contendo veículo orgânico, usar filtro combinado: filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2; se o contaminante for um agrotóxico contendo veículo água, usar, somente, filtro mecânico classe P2. A troca do respirador deverá ser feita a partir do momento que o usuário começar a sentir o cheiro ou o gosto do contaminante estando com o respirador, ou se o respirador vier a sujar a sua parte interna.
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Baixas concentrações de vapores orgânicos referem-se às concentrações de contaminante no ambiente que não ultrapassem o Limite de Tolerância (L.T.) do contaminante em questão. Os respiradores sem manutenção com filtros combinados, como é o caso do respirador ref. 8713B ou 8013, por exemplo, só podem ser utilizados para proteção contra vapores orgânicos caso a concentração desses vapores não ultrapassem o seu valor Limite de Tolerância (L.T.) estabelecido.
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Os filtros mecânicos são geralmente constituídos por um emaranhado de microfibras sintéticas que, no caso dos filtros da 3M, são tratadas eletrostaticamente e são capazes de reter apenas os materiais particulados (poeiras, névoas e fumos) presentes no ambiente. Eles podem receber classificações de P1, P2 ou P3, dependendo de sua capacidade de retenção de contaminante. Os filtros mecânicos não devem ser utilizados de nenhuma maneira para proteção contra gases e vapores.
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Os filtros químicos geralmente são constituídos por carvão ativado em sua estrutura interna, que pode receber ou não algum tipo de tratamento químico para captura de certos tipos de gases e vapores presentes no ambiente. Os filtros químicos não devem ser utilizados de nenhuma maneira para proteção contra materiais particulados (poeiras, névoas e fumos).
Os filtros mecânicos são geralmente constituídos por um emaranhado de microfibras sintéticas que, no caso dos filtros da 3M, são tratadas eletrostaticamente, e são capazes de reter apenas os materiais particulados (poeiras, névoas e fumos) presentes no ambiente. Eles podem receber classificações de P1, P2 ou P3, dependendo de sua capacidade de retenção de contaminante. Os filtros mecânicos não devem ser utilizados de nenhuma maneira para proteção contra gases e vapores.
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Os filtros químicos geralmente são constituídos por carvão ativado em sua estrutura interna, que pode receber ou não algum tipo de tratamento químico para captura de certos tipos de gases e vapores presentes no ambiente. Os filtros químicos não devem ser utilizados de nenhuma maneira para proteção contra materiais particulados (poeiras, névoas e fumos).
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Um filtro combinado é um filtro composto por um filtro mecânico, capaz de capturar material particulado (poeiras, névoas, fumos) e um filtro químico em conjunto, capaz de capturar gases e vapores.
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Quando apenas sabemos o nome fantasia do produto químico, é necessário entrarmos em contato com o fabricante deste produto para que ele forneça as informações mínimas necessárias sobre composição do produto para identificarmos qual o contaminante pode estar presente no ambiente durante a aplicação/manipulação do mesmo.
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Conforme Instrução Normativa Nº1 de 01/04/1994, e recomendações para Seleção de Respiradores da FUNDACENTRO, quando não é sabida a concentração de contaminante no ambiente e não é possível estimá-la, os únicos respiradores que podem ser utilizados são Máscara Autônoma de Demanda com Pressão Positiva ou Linha de Ar Comprimido de Demanda com Pressão Positiva com Cilindro Auxiliar para Fuga.
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Um respirador sem manutenção, ou “descartável”, como o próprio nome diz, é um tipo de respirador onde não deve ser realizado nenhum tipo de manutenção ou reparo, onde a própria peça facial é filtrante. Deve ser trocado sempre que se encontrar saturado (entupido), perfurado, rasgado ou com elástico solto ou rompido, ou quando o usuário perceber o cheiro ou gosto do contaminante.
Um respirador com manutenção, como o próprio nome diz, é um tipo de respirador onde é possível e devem ser realizadas manutenções, higienizações e limpeza na peça facial, que é constituída por material elastomérico. Os filtros e cartuchos são acoplados à peça facial e devem ser trocados conforme planos pré-estabelecidos ou conforme indicações do fabricante.
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O Fator de Proteção Estabelecido encontrado na tabela do documento da FUNDACENTRO – Programa de Proteção Respiratória – Recomendações, Seleção e Uso de Respiradores, foi elaborado de acordo com ensaios em laboratórios e em ambientes de trabalho realizados pelos laboratórios do NIOSH, de empresa particulares, entre elas a 3M e outros organismos Norte Americanos.
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Se nos basearmos na tabela de Fator de Proteção publicada no documento da FUNDACENTRO – Programa de Proteção Respiratória – Recomendações, Seleção e Uso de Respiradores, as peças semifaciais permitem até 10% de penetração, as peças faciais inteiras até 1%. Porém se nos basearmos nos parâmetros de ensaios realizados para aprovação do produto, estes valores são bem diferentes e variáveis de acordo com o tipo de filtro utilizado.
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Os filtros classe N9, conforme aprovação do NIOSH Norte Americano são equivalentes aos filtros para partículas P2 da Norma Brasileira. De acordo com a Norma Norte Americana de uso de respiradores em ambientes hospitalares, respiradores com filtros desta classe podem ser utilizados para proteção contra o bacilo da tuberculose. Não existe norma Brasileira que defina o tipo de respiradores para uso em hospitais. A NR 6 não prevê o uso de respiradores para agentes biológicos. Tecnicamente, pode-se afirmar que respiradores para partículas podem ser utilizados na maioria dos ambientes hospitalares, porém não há respaldo normativo para esta aplicação.
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Existe um equipamento de laboratório próprio para fazer esta análise. O usuário pode perceber esta resistência através da dificuldade respiratória.
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Não. Tome o cuidado de retirar os cartuchos e filtros dos respiradores; lavar a peça semifacial ou facial utilizada; verificar se existe alguma parte danificada no produto. Deve-se tomar outros cuidados de higiene que se fizerem necessários. Pode haver algum risco caso a roupa esteja suja ou impregnada com produtos químicos.
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Os filtros para partículas devem ser descartados sempre que o fluxo de ar que passa pelo cartucho seja inferior ao mínimo requerido para o equipamento. O valor mínimo desejável, bem como instruções de checagem encontram-se na bula que acompanha a embalagem. Os cartuchos para gases e vapores devem ser descartados sempre que o usuário perceba o cheiro ou gosto do contaminante.
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PROTEÇÃO AUDITIVA
Variável dependendo do local e tipo de trabalho e também da utilização correta pelo usuário. Deve ser trocado sempre que estiver sujo, em condições não higiências para uso. Este protetor não deve ser lavado de modo a evitar a possibilidade de impregnação de sujeiras muito pequenas.
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A vida útil dos protetores auditivos de inserção 3M é variável, dependendo do local e tipo de trabalho e também da utilização e higienização correta pelo usuário.
Deve ser trocado sempre que estiver enrijecido, condição esta que impedirá uma vedação adequada no canal auditivo dos usuários. O critério para descarte e substituição é subjetivo, pois a avaliação sobre o enrijecimento deverá ser feita por cada usuário e sua supervisão. Além disso, existe grande variação entre os ambientes e tipos de trabalho e entre o cuidado que cada indivíduo tem com o EPI podendo sua vida útil variar de semanas até meses de uso.
Em termos gerais, é importante que o Serviço de Segurança das empresas oriente os funcionários quanto ao uso, cuidados e descarte dos protetores e estabeleça de acordo com cada área e tipo de trabalho, um programa de trocas periódicas, que deve considerar também as diferenças no manuseio entre os diferentes indivíduos.É importante, também, a existência de um programa de inspeção dos protetores, para que seja garantido o uso do EPI nas condições adequadas. Na inexistência de programas de trocas periódicas deve ser permitido aos usuários a troca dos protetores quando, junto ao departamento de segurança, julgarem necessário.
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Não. Não existe nenhuma informação científica que suporte esta afirmação. Os abafadores, bem como quaisquer outros protetores auditivos devem ser descartados ou submetidos a manutenção sempre que isto se fizer necessário.
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Sim, isto é possível. A atenuação propiciada pelo conjunto será superior à atenuação de um deles individualmente, porém não será a soma das atenuações.
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Devido a dificuldade ou impossibilidade técnica de se fazer a marcação do número do Certificado de Aprovação no próprio produto, estes são embalados individualmente e na embalagem estão as informações necessárias a que o produto seja corretamente utilizado.
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Consulte a embalagem, envie um e-mail ou ligue para o Disque Segurança.
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A higienização deve ser diária e preferencialmente feita pelo próprio usuário do equipamento. Na embalagem, podem ser encontradas informações sobre como proceder.
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Informamos que não recomendamos a reciclagem dos protetores auditivos tipo inserção usado devido às características patogênicas que podem conter, pois ficam impregnados com cera do ouvido e podem eventualmente ser transmissor de doenças. Nossa recomendação para os mesmos é que sejam descartados em aterro classe I, incinerados ou tratamento térmico. Para os abafadores (concha), nós não temos análise de caracterização. A 3M trata como um item não perigoso e não inerte, sendo descartados como resíduo não perigoso, ou seja Classe II A de acordo com a norma NBR 10004.
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