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Perguntas frequentes

A 3M disponibiliza a "Cartilha de Dúvidas Frequentes" da área de Segurança Pessoal. Clique aqui e faça o donwload gratuitamente (PDF). 

Proteção Respiratória

O que é CA?

O Certificado de Aprovação (CA) é obrigatório para todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) segundo a NR6, ele é emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para EPIs que atendam as normas vigentes no Brasil.

O que é NR06?

A Norma Regulamentadora nº 6 (NR06) publicada pelo MTE se refere a equipamentos de proteção individual. Essa NR lista os tipos de EPIs e a proteção que cada um deles pode oferecer ao usuário. Ela deve ser seguida por empregadores, trabalhadores, fabricantes e importadores.

O que é ANSI?

O American National Standards Institute (ANSI) é uma organização privada que supervisiona o desenvolvimento de normas de consenso voluntário para produtos nos Estados Unidos. O ANSI credencia normas que são desenvolvidas por representantes de organizações que desenvolvem normas, agências do governo, grupos de consumidores, empresas e outros.

O que é Limite de Tolerância - LT?

Conforme o item 15.1.5 da NR15, o Limite de Tolerância – LT é a concentração ou intensidade máxima ou mínina, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente que não causará dano à saúde do trabalhador.

O que é nível de ação?

Segundo o item 9.3.6.1 da NR9-PPRA, “considera-se nível de ação valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição.” O valor do nível de ação corresponde a 50% do limite de tolerância.

Quais são os fatores de proteção atribuído (FPA) dos respiradores?

Os Fatores de Proteção Atribuídos recomendados pela 3M, baseados na IN 01 de 11/04/94, são:

  • Respirador Semifacial (sem manutenção ou de cartucho recambiável) . . . . . . . . . . . . . . . . 10
  • Respirador de Peça Facial Inteira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100
  • Respirador Motorizado com Peça Facial Inteira, Capuz ou Capacete . . . . . . . . . . . . . . . . . 1000
  • Respiradores com Suprimento de Ar:
    • Semifacial com Fluxo Contínuo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50
    • Capacete Capuz ou Peça Facial Inteira, com Fluxo Contínuo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1000
    • Demanda com pressão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1000

O que são poeiras?

São formadas quando um material sólido é quebrado, moído ou triturado. Quanto menor a partícula, mais tempo ela ficará suspensa no ar. - As poeiras são os contaminantes mais comumente presentes em ambientes de trabalho. Constituídas por particulados sólidos, geralmente concentram-se em faixas de tamanho superiores a 1 micrômetro, e sua composição e concentração – normalmente alta – definem o risco da exposição. São originadas quando materiais na forma sólida são submetidos a processamento mecânico, como moagem, lixamento, britagem, corte, desbaste, usinagem, entre outros

O que são névoas e neblinas?

Névoas e neblinas são constituídas por particulados líquidos na forma de gotículas em suspensão na atmosfera. A diferença entre elas é que as primeiras, as névoas, são geradas por processo mecânico, como ruptura física de um líquido durante processos de pulverização, nebulização ou borbulhamento; já as neblinas são produto da condensação na atmosfera de pequenas partículas líquidas provenientes de um líquido previamente volatilizado por processo térmico. O aparecimento de neblinas é muito comum no início da manhã como um processo natural que ocorre em locais onde a atmosfera é bastante úmida, tais como proximidades de serras, montanhas e lagos: a água líquida evapora durante o dia quando a temperatura é mais elevada, condensando-se na atmosfera sob a forma de gotículas minúsculas durante madrugada, quando a temperatura ambiente costuma cair significativamente. A formação de neblinas também pode ser visualizada em ambiente industrial em algumas operações como banhos químicos a quente em peças metálicas ou plásticas, entre outras.

O que são fumos?

Os fumos ocorrem quando um metal ou plástico é fundido (aquecido), vaporizado e se resfria rapidamente, criando partículas muito finas que ficam suspensas no ar. Os fumos, tais como as poeiras, são particulados originados a partir de materiais sólidos. Consistem em sólidos metálicos ou plásticos, aquecidos até sua fusão. Através deste processamento térmico, os sólidos fundidos são volatilizados e condensados na atmosfera devido a diferenças bruscas de temperatura. Neste processo são gerados particulados finamente divididos, usualmente menores que 1 micrômetro de diâmetro médio mássico aerodinâmico.

O que são gases?

Gases são substâncias que à temperatura ambiente estão no estado gasoso e são geralmente invisíveis. Definem-se como gases as substâncias químicas que se apresentam no estado gasoso quando em condições normais de temperatura e pressão (CNTP), isto é, sob temperatura e pressão ambientes. São exemplos de gases: oxigênio, nitrogênio, monóxido e dióxido de carbono, óxido de etileno, argônio, hidrogênio, amônia, cloro, dióxido de enxofre, sulfeto de hidrogênio, metano, propano, butano, óxido nitroso, ozônio, dentre muitos outros.

O que são vapores?

Vapores são substâncias que evaporam de um líquido ou sólido, da mesma forma que a água transformada em vapor d’água. Geralmente são caracterizados pelos odores, você não vê um vapor, mas sente o cheiro. São exemplos de vapores: álcool etílico, metanol, acetona, ácido acético, acetato de etila, vapor de mercúrio, gasolina, diesel, benzeno, tolueno, xileno, formaldeído (formol), glutaraldeído, halotano, éteres, ciclohexano, clorofórmio, tetracloreto de carbono, diisocianato de tolueno (TDI), nafta (destilados de petróleo), dentre inúmeros outros.

Como são classificados os filtros P1, P2, P3, PFF1, PFF2 e PFF3?

De acordo com recomendações contidas no PPR (Programa de Proteção Respiratória) da Fundacentro, segue abaixo as classificações dos filtros e para quais contaminantes são recomendados:

  • PFF1 / P1: Poeiras e/ou Névoas (aerossóis mecanicamente gerados)
  • PFF2 / P2: Fumos (aerossóis termicamente gerados) e/ou Agentes Biológicos
  • PFF3 / P3: Particulados altamente tóxicos (LT<0,05 mg/m³) e/ou de toxidez desconhecida.
  • PFF significa peça facial filtrante, pois o próprio respirador é um meio filtrante.

Os filtros mecânicos são testados de acordo com as normas NBR 13697 (P1, P2 e P3) e NBR 13698 (PFF1, PFF2 e PFF3), e os dois parâmetros avaliados são a perda de carga (resistência a passagem do ar) e a penetração de partículas.

Os filtros P1, P2 ou P3 são utilizados em respiradores com manutenção e os PFF1, PFF2 e PFF3 são os respiradores sem manutenção.

Para que serve um filtro mecânico?

Os filtros mecânicos são geralmente constituídos por um emaranhado de microfibras sintéticas que, no caso dos filtros da 3M, são tratadas eletrostaticamente e são capazes de reter apenas os materiais particulados (poeiras, névoas e fumos) presentes no ambiente. Os filtros mecânicos não devem ser utilizados de nenhuma maneira para proteção contra gases e vapores.

Qual a vida útil dos filtros mecânicos?

A vida útil para filtros mecânicos é variável, dependendo de diversos fatores, tais como o tipo de contaminante, sua concentração, a freqüência respiratória do usuário e a conservação do produto, devendo sempre ser avaliada pelo responsável sobre a determinação do uso de EPI.

O filtro mecânico deve ser trocado sempre que o usuário perceber um aumento na dificuldade de respiração através do filtro. Isto significa que ele se encontra saturado (entupido). Também deve ser trocado sempre que houver danos físicos, e quando não estiver mais em condições adequadas de higiene, ou seja, quando o filtro estiver sujo. Não deve ser feito qualquer tipo de reparo ou manutenção nos filtros.

O que é um Cartucho Químico?

Os cartuchos químicos geralmente são constituídos por carvão ativado em sua estrutura interna, que pode receber ou não algum tipo de tratamento químico para captura de certos tipos de gases e vapores presentes no ambiente. Os cartuchos químicos não devem ser utilizados de nenhuma maneira para proteção contra materiais particulados (poeiras, névoas e fumos).

Qual a vida útil dos cartuchos químicos?

A vida útil de cartuchos químicos é variável, dependendo de diversos fatores tais como o tipo de contaminante, sua concentração, a freqüência respiratória do usuário, a umidade relativa do ambiente e a conservação do produto pelo usuário. Uma forma prática de se determinar a vida útil de cartuchos químicos é fazendo-se um histórico das trocas em determinada situação dentro do mesmo ambiente de trabalho ao longo de um bom período de tempo. A partir daí, desde que não haja nenhuma alteração do processo, uma média de tempo é calculada e então se determina que, em média, os cartuchos deverão ser trocados naquele intervalo de tempo. Também é possível estabelecer um tempo estimado de fim de vida útil para os cartuchos utilizando-se o Software da 3M para este cálculo estimado, lembrando que ele só é válido para os cartuchos químicos da 3M. Mesmo assim, os usuários ainda devem ser orientados a trocar os cartuchos caso sintam cheiro ou gosto do contaminante, antes deste período pré-estabelecido, lembrando que esta não é uma maneira rotineira de verificação de fim de vida útil, já que a percepção das pessoas em relação ao cheiro ou gosto de determinado contaminante não é um fator confiável e nem seguro.

Qual é a vida útil dos filtros mecânicos para os conjuntos de proteção com linha de ar mandado?

O filtro para partículas deve ser descartado sempre que a pressão do fluxo de ar seja inferior ao mínimo requerido para o equipamento.

Como posso descartar cartuchos químicos já usados? Posso reciclar?

Em relação ao descarte dos cartuchos químicos que não estejam contaminados, tanto a tela de polipropileno que retém o carvão ativado quanto o cartucho, podem ser descartados através de incinerador apropriado. Os mesmos não devem ser reciclados. Sugerimos o descarte dos cartuchos contaminados de acordo com as políticas de Segregação de Resíduos da sua empresa.

Qual a diferença entre os cartuchos químicos e filtros mecânicos

Os cartuchos químicos geralmente são constituídos por carvão ativado em sua estrutura interna, que pode receber ou não algum tipo de tratamento químico para captura de certos tipos de gases e vapores presentes no ambiente. Os cartuchos químicos não devem ser utilizados de nenhuma maneira para proteção contra materiais particulados (poeiras, névoas e fumos).

Os filtros mecânicos são geralmente constituídos por um emaranhado de microfibras sintéticas que, no caso dos filtros da 3M, são tratadas eletrostaticamente, e são capazes de reter apenas os materiais particulados (poeiras, névoas e fumos) presentes no ambiente. Eles podem receber classificações de P1, P2 ou P3, dependendo de sua capacidade de retenção de contaminante. Os filtros mecânicos, desde que não sejam combinados, não devem ser utilizados de nenhuma maneira para proteção contra gases e vapores.

O que são filtros combinados?

Um filtro combinado é um filtro composto por um filtro mecânico, capaz de capturar material particulado (poeiras, névoas, fumos) e um filtro químico em conjunto, capaz de capturar gases e vapores.

O que é um respirador sem manutenção/descartável?

Um respirador sem manutenção/descartável, como o próprio nome diz, é um tipo de respirador onde não deve ser realizado nenhum tipo de manutenção ou reparo, onde a própria peça facial é filtrante. Deve ser trocado sempre que se encontrar saturado (entupido), perfurado, rasgado ou com elástico solto ou rompido, ou quando o usuário perceber o cheiro ou gosto do contaminante.

O que é um respirador com manutenção?

Um respirador com manutenção, como o próprio nome diz, é um tipo de respirador onde é possível e devem ser realizadas manutenções, higienizações e limpeza na peça facial, que é constituída por material elastomérico. Os filtros e cartuchos são acoplados à peça facial e devem ser trocados conforme planos pré-estabelecidos ou conforme indicações do fabricante.

Para que serve a válvula de exalação?

A válvula de exalação permite a saída do ar úmido e quente, desta maneira o ar exalado não passa através do filtro, tornando a respiração mais "leve" e o uso da máscara mais agradável, propiciando mais conforto ao usuário e maior vida útil ao filtro.

Qual a diferença entre os respiradores descartável com e sem válvula de exalação?

Tecnicamente a eficiência de filtragem entre os equipamentos são os mesmos, porém devemos considerar que o respirador com válvula de exalação proporciona maior conforto ao usuário, pois permite a saída do ar quente e úmido.

Qual a diferença entre um respirador descartável tipo concha para um dobrável?

Respiradores sem manutenção tipo concha ou dobrável quando são da mesma classe (por exemplo, PFF1), possuem a mesma Eficiência de Filtração. O que pode diferenciá-los é a vedação no rosto do usuário. Em geral, respiradores do tipo concha possuem um formato mais anatômico e por isso, tendem a oferecer uma melhor vedação a uma maior variedade de rostos. O recomendado é que se faça o Ensaio de Vedação – FIT TEST - para verificar se o respirador que será utilizado realmente oferece a selagem adequada ao rosto do usuário, evitando a passagem de contaminante.

O que significa a letra S e SL nos respiradores descartáveis?

De acordo com a NBR 13698/1996 no item 5.1.1, as PFF ( Peças Faciais Filtrantes) são classificadas por sua capacidade de reter partículas sólidas e líquidas à base de água (S) e partículas sólidas e líquidas à base de óleo ou outro líquido diferente de água (SL)

Como deve ser feita a limpeza nos respiradores com manutenção?

A limpeza deve ser feita todos os dias. O respirador deve ser lavado com água e sabão neutro após o uso. O momento da limpeza deve ser aproveitado para fazer uma inspeção na concha de vedação, válvulas de inalação e exalação, para garantir que estas peças não estejam danificadas. Uma boa higienização diária proporciona manutenção adequada e durabilidade do equipamento.

Preciso fazer ensaio de vedação em respiradores?

O ensaio de vedação é imprescindível, porque é através dele que será determinado qual o tamanho adequado de respirador para os diferentes tipos de rosto. O Ensaio de Vedação é importante até mesmo para aqueles que utilizam Linha de Ar Comprimido ou Respiradores Autônomos.

Qual a diferença entre respirador e máscara cirúrgica?

O respirador é um Equipamento de Proteção Individual que cobre boca e nariz. Proporciona uma vedação adequada sobre a face do usuário e possui filtro eficiente para retenção dos contaminantes presentes no ambiente de trabalho na forma de aerossóis.

O respirador, além de ter capacidade de reter gotículas, apresenta proteção contra aerossóis contendo agentes biológicos, como vírus, bactérias e fungos. Em ambiente hospitalar, para proteção contra aerossóis contendo agentes biológicos, o respirador deve ter um filtro com aprovação mínima PFF2/P2.

A máscara cirúrgica é uma barreira de uso individual que cobre nariz e boca. É indicada para proteger o Trabalhador da Saúde de infecções por inalação de gotículas transmitidas à curta distância e pela projeção de sangue ou outros fluidos corpóreos que possam atingir suas vias respiratórias. Serve também para minimizar a contaminação do ambiente com secreções respiratórias geradas pelo próprio Trabalhador da Saúde ou pelo paciente em condição de transporte.

É importante destacar que a máscara cirúrgica:

  • Não protege adequadamente o usuário em relação a patologias transmitidas por aerossóis, pois, independemente, da sua capacidade de filtração, a vedação no rosto é precária neste tipo de máscara;
  • Não é considerado um Equipamento de Proteção Respiratória ou Equipamento de Proteção Individual e, portanto, não está sujeito ao Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho (NR-6).

Respiradores são purificadores do ar, e seu uso deve seguir as recomendações do programa de proteção respiratória, atendem normas ABNT e recebem um certificado de aprovação do MTE.

Qual a diferença entre o respirador PFF2 e um com certificação N95?

Respiradores com classificação PFF2 seguem a norma brasileira (ABNT/NBR 13698:1996) e a européia e apresentam eficiência mínima de filtração de 94%, enquanto os respiradores com a classificação N95 seguem a norma americana e apresentam eficiência mínima de filtração de 95%. Portanto, respiradores PFF2 e N95 apresentam níveis de proteção equivalente.

Qual o tempo de vida útil dos respiradores utilizados em ambiente hospitalar?

A vida útil do respirador é variável. Deve ser descartado quando se encontrar danificado, perfurado, com elásticos soltos ou rompidos, quando a respiração do usuário tornar-se difícil, se for contaminado por sangue ou outros fluidos corpóreos, ou se houver deformações na estrutura física que possam prejudicar a vedação facial. Caso contrário, pode ser guardado e reutilizado de acordo com as normas de controle de infecções hospitalares da instituição. Quando utilizar no controle da exposição ocupacional a patógenos transmitidos também por contato, recomenda-se o descarte do produto imediatamente após cada uso. Não deve ser feito nenhum tipo de reparo ou manutenção no produto.

Quais as exigências para a aquisição de um Respirador para proteção contra agentes biológicos?

O respirador deve possuir Registro no Ministério da Saúde/ANVISA (RDC 185/2001). Por ser um EPI, deve possuir também o Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Quando conheço o contaminante, porém não sei qual a sua concentração, que respirador devo usar?

Conforme Instrução Normativa Nº1 de 01/04/1994, e recomendações para Seleção de Respiradores da FUNDACENTRO, quando não é sabida a concentração de contaminante no ambiente e não é possível estimá-la, os únicos respiradores que podem ser utilizados são Máscara Autônoma de Demanda com Pressão Positiva ou Linha de Ar Comprimido de Demanda com Pressão Positiva com Cilindro Auxiliar para Fuga.

Qual respirador devo utilizar quando sei apenas o nome fantasia do produto com o qual trabalho?

Quando sabemos apenas o nome fantasia do produto químico, é necessário entrarmos em contato com o fabricante deste produto para que ele forneça as informações mínimas necessárias sobre composição do produto para identificarmos qual o contaminante pode estar presente no ambiente durante a aplicação / manipulação do mesmo.

Proteção Auditiva

Onde posso verificar a atenuação de cada protetor auditivo 3M?

Esta informação está disponível nas embalagens dos protetores auditivos e também estão referenciados no CA do equipamento, que poderá ser consultado através do site: www.mte.gov.br ou através do Disque Segurança 3M pelo 0800-055-0705.

Por que o CA de alguns dos protetores do tipo inserção não estão gravados no próprio produto?

Devido a dificuldade ou impossibilidade técnica de se fazer a marcação do número do Certificado de Aprovação no próprio produto, o MTE permite que este dado esteja marcado em sua menor embalagem de venda. No caso de alguns dos protetores 3M, a marcação é feita somente na embalagem de cada par.

Quais o critérios para a escolha de um protetor auditivo?

Uma maneira de se proteger dos efeitos do ruído é a utilização de protetores auditivos. O uso do protetor auditivo adequado depende do tipo de ruído e das condições de trabalho, portanto deve ser identificado pelo responsável da área de Segurança do Trabalho de sua empresa. Um ponto muito importante é o tempo de uso do Equipamento de Proteção Individual (EPI) pelo trabalhador. Quanto mais confortável e prático para usar, maior será o tempo de uso e a proteção. Ao escolhermos um protetor auditivo devemos considerar os seguintes critérios:

Vedação: o protetor deve ter boa vedação, tampando bem a entrada do ruído na orelha;

Eficiência: deve proporcionar o nível de atenuação necessário para a situação de risco encontrada;

Conforto: como o usuário precisa usar o protetor todo o tempo em que estiver exposto ao barulho, é importante que o protetor seja leve, confortável durante o uso, sem machucar a orelha; e,

Fácil utilização: deve ser prático e simples de usar, compatível com outros EPI’s.

Eu posso utilizar protetor auditivo do tipo inserção em conjunto com abafador? Irei somar as atenuações?

A atenuação propiciada pelo conjunto será superior à atenuação de um deles individualmente, porém não será a soma das atenuações, estudos realizados nos EUA mostraram que no caso de uso de protetor auditivo tipo inserção mais abafador, acrescenta-se de 3 a 5 dB ao protetor de maior atenuação. Esses valores são apenas uma referência, já que a legislação brasileira não contempla a dupla proteção, portanto não há CA para isso.

Posso utilizar abafadores 3M conjugados com capacetes de outros fabricantes?

Não, pois no CA do abafador utilizado em capacete contém a informação de qual modelo de capacete ele foi testado e, conseqüentemente, apresentou a atenuação nele descrita. Isto porque, apesar de muitos modelos de abafadores e de capacetes terem os encaixes compatíveis, o dimensional é diferente e altera principalmente a atenuação e o conforto proporcionado. Portanto o abafador só poderá ser utilizado legalmente com o capacete 3M.

O uso de óculos pode interferir na vedação dos protetores auditivos tipo concha?

Sim. A recomendação para este caso é que se busque hastes mais finas (achatadas), ou um outro tipo de protetor auditivo (exemplos: tipo capa-de-canal ou tipo inserção). Mas, de uma maneira geral, a menor interferência é conseguida através do uso de óculos com elástico.

Além das hastes dos óculos, é importante lembrar que qualquer equipamento, roupa, instrumento ou peça que dificultem o contato das conchas dos abafadores com a cabeça do usuário, diminui a eficiência do protetor auditivo.

Como e quando é feita a higienização e a reposição das peças dos abafadores?

A almofada externa preta pode ser higienizada com água e sabão neutro (pode ser passado um pano úmido com sabão). Recomendamos a substituição (peça de reposição) sempre que se apresentarem enrijecidas, rasgadas ou trincadas, para que seja obtido o melhor resultado no isolamento do ruído externo.

A parte interna de espuma não pode ser lavada e, deve ser trocada (peça de reposição) sempre que se apresentar degradada, suja ou com mau cheiro.

Como posso descartar protetores auditivos já usados? Posso reciclar?

Não recomendamos a reciclagem dos protetores auditivos tipo inserção usados devido às características patogênicas que podem conter, pois ficam impregnados com cera do ouvido e podem eventualmente ser transmissores de doenças. Nossa recomendação para os mesmos é que sejam descartados em aterro classe I, incinerados ou tratamento térmico.

Para os abafadores (concha), nós não temos análise de caracterização. A 3M trata como um item não perigoso e não inerte, sendo descartados como resíduo não perigoso, ou seja Classe II A de acordo com a norma NBR 10004.

Qual a durabilidade de um protetor auditivo?

A vida útil dos protetores auditivos de inserção 3M é variável, dependendo do local e tipo de trabalho e também da utilização e higienização realizadas pelo usuário.

Devem ser trocados sempre que estiverem enrijecidos, rasgados, trincados, ou sujos de maneira que não seja possível a higienização; condições estas que impedirão uma vedação adequada no canal auditivo dos usuários.

O critério para descarte e substituição é subjetivo, pois a avaliação sobre o enrijecimento deverá ser feita por cada usuário e sua supervisão. Além disso, existe grande variação entre os ambientes e tipos de trabalho e entre o cuidado que cada indivíduo tem com o EPI podendo sua vida útil variar de semanas, horas até meses de uso.

Em termos gerais, é importante que o Serviço de Segurança das empresas oriente os funcionários quanto ao uso, cuidados e descarte dos protetores e estabeleça de acordo com cada área e tipo de trabalho, um programa de trocas periódicas, que deve considerar também as diferenças no manuseio entre os diferentes indivíduos.

É importante, também, a existência de um programa de inspeção dos protetores, para que seja garantido o uso do EPI nas condições adequadas. Na inexistência de programas de trocas periódicas deve ser permitido aos usuários a troca dos protetores quando, junto ao departamento de segurança, julgarem necessário.

Quem pode assinar o PCA?

Informamos que não há exigências para a coordenação de um Programa de Conservação Auditiva - PCA. A orientação é que seja um profissional que a critério do empregador seja competente para a função. Lembrando que as análises quantitativas e laudos técnicos deste, devem ser assinados por profissionais devidamente qualificados pelos órgãos competentes.

Proteção ao Soldador

Quais são os benefícios dos filtros de escurecimento automático em relação aos filtros convencionais?

Os filtros convencionais de luz, feitos de vidro, protegem o profissional contra as radiações da soldagem, mas chegam a bloquear a luz visível incidente quando fora da operação. Isso faz com que o soldador levante e abaixe a máscara de soldagem por várias vezes para visualizar outras operações que não a elaboração do cordão ou ponto de solda.

As máscaras de solda de escurecimento automático permitem que o profissional enxergue através do filtro de luz sob condições normais de luminosidade, reduzindo consideravelmente a freqüência de movimentos que ele faz com a máscara. Ganha-se em ergonomia e produtividade, já que há maior facilidade na visualização do posicionamento dos eletrodos, da quantidade de metal depositado e na rapidez de mudança de um ponto para outro quando não se está produzindo o cordão ou ponto de solda.

No entanto, especificar máscaras de solda de escurecimento automático para uma atividade de soldagem não depende só do tipo de filtro de luz. É importante levar em conta a amperagem de trabalho, o tipo, a freqüência e o layout da soldagem, a presença de outras operações próximas – como esmerilhamento e outras soldagens – o comprimento médio do cordão, o tempo médio de “arco aberto” por cordão, entre outros fatores.

Se não observadas adequadamente todas essas variáveis, o investimento em máscaras eletrônicas pode se mostrar pouco otimizado, de uso limitado ou até inadequado à determinadas operações.

Que tipo de máscara eletrônica devemos especificar?

Para a escolha adequada da máscara eletrônica, é importante que sejam considerados atributos de desempenho, como a velocidade de comutação claro/escuro, consistência de escurecimento, durabilidade, resistência, robustez, atendimento pós-venda, tempo de garantia, entre outras características que respeitem a necessidade e o conforto do operador, além do patrimônio da empresa.

O que influencia na qualidade ótica de um filtro de luz?

O que influência na qualidade ótica de um filtro de luz é a distorção angular, esse processo se dá quando o filtro não recebe quantidade suficiente de células de cristal líquido, elas são responsáveis pela qualidade da imagem, pois filtram a luz, escurecendo para a tonalidade requerida sem distorcer as imagens. Quando há distorção angular é permitida uma passagem de luz diferente, isto pode provocar uma incidência de luz maior que a desejada, ou seja, quando não se obtém a tonalidade requerida para a proteção, pode-se causar nos olhos do soldador irritações ou danos mais severos.

O que é velocidade de comutação? Qual a sua importância?

É o intervalo de tempo para mudança de estado claro para estado escuro e vice-versa. A velocidade de comutação de estado escuro para claro pode variar de 50 ms – normalmente aplicável a solda do tipo ponteamento – até 300 ms – aplicável a soldas longas e de grande deposição de metal, em que existe um tempo maior para a dissipação de radiação infravermelha do cordão.

Quanto mais rápida a comutação, melhor a produção em solda ponto. Por outro lado, para cordões longos devemos esperar a dissipação da radiação para retomar o estado claro do filtro.

Quais são os critérios para escolha da tonalidade do filtro de luz?

A tonalidade a ser escolhida depende do tipo de solda e da amperagem utilizada, já que, para cada atividade de cordão longo de solda, cordão curto ou mesmo solda ponto, existe uma quantidade de energia sendo produzida.

As Normas EN 379:2003 e ANSI Z87:2003 estabelecem algumas recomendações quanto à tonalidade para a proteção.

A norma EN 379:2003 ainda contempla a observação de que um número de tonalidade a mais ou a menos pode ser utilizado. Isso se deve a termos soldadores de diferentes capacidades de visão, como aqueles com mais ou menos tempo de trabalho, ou mais ou menos sensíveis à luz, com olhos claros ou escuros.

O que é filtro de interferência? Qual a sua importância?

Trata-se de uma de camada de vidro, com tratamento metalizado,com a capacidade de refletir toda a energia de radiações ultravioleta e/ou infravermelha geradas pelo arco voltaico no processo de solda. Durante todo o tempo em que o profissional estiver com o filtro de interferência entre o arco de solda e os olhos, ele estará protegido contra essas duas radiações.

Para que serve o difusor de CO2?

Acessório muito eficiente para o aumento da produtividade. Toda máscara de solda atua como um protetor facial, envolvendo o rosto do soldador; com a respiração, ocorre a troca do oxigênio interno pelo dióxido de carbono da exalação, causando após algum tempo de trabalho a necessidade de se levantar a máscara para renovação do ar - o que causa ao soldador, nesse momento, a sensação de falta de ar.

A existência de um difusor de CO aumenta o tempo de permanência com a máscara abaixada, incrementando o tempo de trabalho 2 por conta da melhor ventilação interna e menor acúmulo de calor no processo. Além disso, o difusor de CO proporciona maior produtividade, já que diminui a fadiga do soldador ao longo do dia e também reduz a possibilidade de embaçamento da máscara.

Dessa forma, reduz-se o risco de exposição do soldador a radiações e fagulhas provenientes de outros soldadores ao redor.

Qual a vantagem do uso das Janelas laterais?

As janelas laterais auxiliam na visão periférica da área de trabalho e proporcionam proteção devido ao campo de visão aumentado. Com elas o soldador pode perceber e se defender de algum objeto vindo em sua direção. Pode-se ainda fazer montagens mais precisas e deslocar peças e máquinas com maior segurança e precisão.

Qual a vida útil do filtro de luz de escurecimento automático?

A vida útil depende do cuidado no uso do filtro, o mesmo não deve receber pancadas exageradas, pois podem danificar o cristal líquido, para o funcionamento eletrônico não existe um limite de tempo de uso porque o filtro permite a troca das baterias.

O que influencia na durabilidade e vida útil de um filtro de escurecimento automático?

A vida útil/durabilidade está diretamente relacionada aos cuidados do usuário durante o manuseio do filtro de luz, recomendamos algumas precauções: sempre utilizar as placas de proteção interna e externa, higienizar o equipamento com um pano seco e macio, e em nenhuma hipótese deixá-lo imerso em água ou solvente.

Qual a importância de se ter qualidade ótica em um filtro de escurecimento automático?

É primordial ter qualidade ótica num filtro de luz, não ter qualidade permite que reflexos indesejáveis de soldagens ao redor, em determinados ângulos, penetrem através do filtro com toda intensidade, sem atenuação pelo filtro de luz, e atinjam o olho do soldador provocando ofuscamentos, que podem até ser pequenos de efeito imediato mas que ao fim de um turno de trabalho são significativos.

Proteção da Pele

Quais são as classes dos cremes de proteção?

  • a) Grupo 1 - água-resistente - são aqueles que, quando aplicados à pele do usuário, não são facilmente removíveis com água.
  • b) Grupo 2 - óleo-resistente - são aqueles que, quando aplicados à pele do usuário, não são facilmente removíveis na presença de óleos ou substâncias apolares.
  • c) Grupo 3 - cremes especiais - são aqueles com indicações e usos definidos e vem especificados pelo fabricante.

Qual a quantidade de creme devo aplicar em cada uso?

O creme deve ser aplicado em quantidade o suficiente para cobrir toda a área a ser protegida.

Os cremes de proteção podem ser aplicados no rosto?

Sim, mas como a pele do rosto é mais sensível pode haver alguma reação indesejada ao creme, em caso de reação alérgica retire o creme do rosto imediatamente (lavando com água e sabão), suspenda o uso do produto, e procure um médico. O creme não deve ser aplicado próximo a mucosas como olhos e boca.

Os cremes possuem CA?

Sim, por se tratar de um EPI, conforme estabelecido na Norma Regulamentadora número 6 de acordo com a Portaria SSST n° 26 de 29/12/1994, com exceção dos cremes desenvolvidos para proteção solar que são classificados como um cosmético.

Os cremes de proteção são anti-alérgicos?

Não, nossos cremes são submetidos a rígidos controles de qualidade, porém não são classificados como anti-alérgicos. O creme de proteção Maxicreme 3 é dermatologicamente testado.

Como devo proceder em casos de reação alérgica?

Suspenda o uso e procure imediatamente um médico.

Qual creme devo utilizar para cada tipo de contaminante?

É importante sempre verificar na embalagem e no Certificado de Aprovação se o produto corresponde a sua necessidade.

Quando reaplicar os cremes de proteção?

A aplicação deve ser realizada no mínimo de 4 em 4 horas ou sempre que for necessário. A necessidade de reaplicação é devido a vários fatores, por exemplos o contato com água e sabão, atrito das partes protegidas com materiais, peças no qual podem remover o produto da área protegida, fazendo com que o colaborar estejam expostas ao risco. Após 4 horas de fixação na pele o creme tem uma diminuição natural no desempenho e para garantir que o usuário esteja integralmente protegido, sugerimos tal procedimento de reaplicação.

Quando o creme for indicado para proteção Solar, a reaplicação deve ser feita a cada 2 horas.

Proteção Visual

Posso substituir a lente dos óculos de proteção por lente de grau?

Os óculos 3M não permitem a substituição das lentes de proteção por lente de grau, esta modificação invalida o CA.. Para atender a esta necesidade, sugerimos o uso de óculos de proteção com clipe para lentes graduadas ou o uso de óculos de proteção para sobreposição ao óculos de grau.

Quais tipos de tratamento de lente estão disponíveis para os óculos de segurança?

Os tratamentos são aplicados nas lentes para melhorar a performance do óculos. Os tratamentos tem propriedades que melhoram a resistência a riscos, minimizam o embaçamento ou reduzem a estática. Nenhum material de confecção de lentes é a prova de riscos. Entretanto, uma lente tratada com uma cobertura antirrisco, transparente melhora a resistência aos riscos. Lentes de policarbonato, que proporcionam grande resistência a impactos são facilmente riscadas. A propriedade de maciez do policarbonato normalmente requer a aplicação de um tratamento resistente a riscos para melhorar sua durabilidade. Outros tratamentos como o anti-embaçante, são aplicados na lente para melhorar a performance em ambientes severos.

A 3M Oferece:

  • Antirrisco (A/R)
    Oferece resistência a riscos para o policarbonato, que tipicamente risca com facilidade sem tal proteção.
  • Anti Embaçante (A/E)
    Ideal para trabalhadores em condições extremamente quentes, frias ou úmidas. O tratamento ajuda a prevenir o embaçamento dos óculos de segurança, que pode levar à redução do campo de visão.
  • DX™ Anti Risco, Anti Embaçante, Anti Estática e Anti Ataque Químico
  • Desenvolvido internamente, DX é simultaneamente tratamento anti risco e anti embaçante, oferecendo resistência a abrasão e auxilia na prevenção ao embaçamento, acabando com a necessidade de adquirir um óculos de segurança com dois tratamentos diferentes. Também melhora o desempenho da lente contra ataque de produtos químicos e contra adesão de sujeira por estática.

Quais são as indicações de uso dos óculos de proteção com lentes cinza, âmbar, incolor e verde?

Todos atendem o usuário contra impactos de partículas volantes multidirecionais, porém as lentes com o visor cinza e verde são indicadas para proteção contra luminosidade intensa e a lente âmbar para ambientes com pouca luminosidade.

O que é Radiação Ultravioleta?

O principal perigo originado do sol está na forma da radiação ultravioleta. A radiação UV também pode ser emitida por fontes artificiais como equipamentos de solda ou bronzeamento artificial. Os raios ultravioleta possuem comprimento de onda mais curto e mais energia que os raios de luz visível e podem causar efeitos danosos agudos ou crônicos, dependendo do comprimento de onda, nível de energia e tempo de exposição. A radiação ultravioleta pode ser dividida em três categorias:

  • UVA (320 - 380 nm)
    Raios UVA são absorvidos pela lente do olho. A exposição prolongada aos raios UVA podem levar ao desenvolvimento de catarata.
  • UVB (290 - 320 nm)
    UVB é a forma fisicamente dolorosa da radiação ultravioleta. Exposições ao UVB podem temporariamente danificar a córnea. Essa faixa de radiação causa câncer e queimadura do olho e tem sido associada a danos internos aos olhos
  • UVC (200 - 290 nm)
    O UVC é absorvido pela camada de ozônio na atmosfera e não chega a atingir os olhos. Exceto se for gerado artificialmente por algum equipamento.

O que é Luz Visível?

Luz visível é a parcela do espectro de luz que o olho reconhece como cor. Nesse espectro, os óculos de segurança lidam com brilho intenso ou a claridade do sol. A quantidade excessiva de luz visível causa incômodo a olhos desprotegidos e pode reduzir a percepção visual.

O que é Infra-Vermelho (IV)?

É a frequência de ondas logo abaixo da extremidade vermelha do espectro de luz visível, nós não podemos vê-la, mas podemos detectá-la como calor. Se você ficar exposto a um infra-vermelho intenso por um longo período de tempo sem proteção, você provavelmente irá experimentar uma sensação de queimação ou ardência nos olhos. A exposição frequente pode no longo prazo levar ao desenvolvimento de catarata.

Por que a cor da lente é um fator importante?

As lentes são oferecidas em diversas tonalidades e cores por várias razões, incluindo a redução da exposição ao UV e IV, melhoria da acuidade visual, redução da luminosidade ou preferência de estilo. As condições de iluminação do ambiente de trabalho e a necessidade de filtrar determinada frequência de onda da luz visível direcionam para a melhoria da acuidade visual e redução da luminosidade requerida.

Posso utilizar óculos de proteção para realizar trabalhos com solda?

Somente em alguns casos. Por exemplo, a lente verde tonalidade 5 pode ser usada para solda à gás. É importante sempre consultar o fabricante e as informações que constam no Certificado de Aprovação.

Qual a vida útil dos óculos de proteção?

Deve ser trocado imediatamente ao apresentar danos físicos como riscos, trincas, quebra ou estiver sujo de forma que não seja possível a limpeza convencional com água e sabão neutro.

Como devo higienizar os óculos?

Antes de limpar, inspecionar completamente, verificando se há algum defeito com o equipamento.

Lavar com água e sabão neutro. Usar um pano macio para remoção de sujeira. Não esfregar a superfície da lente/visor.

Desinfetar se necessário:

  • Desinfecção: 1 ml água sanitária em 1litro água
  • Enxaguar completamente. Secar.
  • Descartar quando danificados.
  • Guardar em local apropriado.

Proteção à Cabeça

O que é validade e o que é vida útil de um capacete para uso na indústria?

"Prazo de validade é o tempo que se espera que o capacete, dentro da embalagem original e respeitadas as condições de estocagem, seja capaz de manter suas características originais de proteção O prazo de validade, portanto, se refere ao produto sem uso, na embalagem. É definido a partir da data de fabricação, desde que observadas as condições corretas de estocagem.

A partir do momento que o capacete é colocado em uso, condições ambientais e do próprio uso, tais como, exposição ao sol, frio, solventes, vapores orgânicos, graxas e hidrocarbonetos em geral podem reduzir seu tempo de vida útil, que é variável e deve ser determinado pelos responsáveis das áreas de Higiene, Segurança e Medicina do Trabalho da empresa.

Como se faz a manutenção de um capacete de segurança para prolongar sua vida útil?

O capacete deve ser higienizado com água e sabão neutro regularmente e inspecionado diariamente quanto a qualquer tipo de desgastes, como por exemplo, rachaduras, ressecamentos, deformações, manchas, fissuras, perda de flexibilidade e fios desfiados da suspensão ou outras fragilidades. Este procedimento de inspeção deve contemplar todas as partes do capacete – casco, suspensão, tira de absorção de suor e tira jugular. Sendo observado qualquer desses sinais, o uso deve ser imediatamente suspenso e o produto substituído por um novo. O uso do produto em condição inadequada pode gerar riscos à saúde e vida dos usuários.

É obrigatório o uso de Jugular?

A jugular não é um item obrigatório por normas vigentes. É um acessório que muitas vezes se faz obrigatório devido a normas internas das empresas e quando utilizado também de forma adequada auxilia na permanência e fixação do capacete na cabeça dos colaboradores.

O que mudou com o novo sistema de certificação de capacetes?

Em 21 de Setembro de 2007, o Ministério do Trabalho (MTE) firmou um Acordo de Cooperação Técnica com o INMETRO. A partir deste acordo e com a publicação da Portaria 118 do INMETRO, de 05 de maio de 2009, que aprovou o Regulamento de Avaliação da Conformidade (RAC) para Capacetes de Segurança para uso na Indústria, os mesmos deverão ser comercializados após certificação realizada por um Organismo de Certificação de Produto (OCP) e aprovação do seu desenpenho em ensaios realizados por laboratório acreditado. Além do Certificado de Aprovação (C.A.) expedido pelo MTE válido, os capacetes passam a apresentar um Selo de Identificação da Conformidade expedido pelo Inmetro no produto e na embalagem.

A partir de qual data essas novas regras do INMETRO passam a ser válidas e obrigatórias?

Os prazos se encontram estabelecidos na Portaria nº 118 do INMETRO, de 05 de maio de 2009 e são os seguintes:

  • -a partir de 01 de janeiro de 2010, os capacetes de segurança para uso na indústria deverão ser comercializados, por fabricantes e importadores, somente em conformidade com os requisitos estabelecidos no regulamento aprovado.
  • -a partir de 01 de janeiro de 2011, os capacetes de segurança para uso na indústria deverão ser comercializados, por atacadistas e varejistas, somente em conformidade com os requisitos estabelecidos no regulamento ora aprovado.

Será necessário solicitar ao fabricante uma cópia do certificado do INMETRO?

Não será necessário. Os capacetes fabricados a partir de Jan/2010 apresentarão o selo impresso de maneira legível e indelével no produto e na embalagem. Além disso, os Certificados de Avaliação da Conformidade poderão ser consultados no site do INMETRO no endereço:

O C.A. dos capacetes continuam válidos e obrigatórios?

Não. Conforme explicado no site do INMETRO:

Quem garante a qualidade do produto é seu fornecedor (fabricante, importador ou vendedor, conforme definido no Código de Proteção e Defesa do Consumidor). O selo de identificação da conformidade indica que normas ou regulamentos desenvolvidos para aquela categoria de produto foram observados na sua concepção/fabricação/colocação no mercado.

Portanto, os programas de Avaliação da Conformidade estabelecem os requisitos mínimos de segurança aos quais os produtos de uma mesma categoria devem atender. Entretanto, isso não significa dizer que são similares. Pelo contrário, a Avaliação da Conformidade estimula a busca contínua, pelo fornecedor, do aperfeiçoamento do produto, no sentido de definir diferencial competitivo e, conseqüentemente, conquistar a preferência do consumidor.

Os programas de Avaliação da Conformidade desenvolvidos pelo Inmetro têm como foco a segurança e a saúde do cidadão e a proteção do meio ambiente."

A altura do capacete após ajuste na cabeça é avaliada nesse novo sistema de aprovação?

Sim. Um dos ensaios de desempenho previstos no RAC e na ABNT/NBR 8221:2003 é o ensaio de Vão Livre Vertical, que é a distância medida entre o ponto mais alto da face interna da suspensão e o ponto mais alto da face interna do casco, com o capacete colocado na posição normal de uso. Este vão livre deve ser no mínimo de 38 mm.

Os capacetes da 3M possuem um sistema extra de ajuste da altura da suspensão na cabeça, para conforto do usuário. Existem 3 posições de ajuste, conforme figura abaixo, sendo que em qualquer uma das posições, assegura-se o vão livre vertical de no mínimo 38 mm.

Existe algum ensaio de desempenho extra que passou a ser obrigatório com a certificação INMETRO?

Sim. Um dos ensaios de desempenho que era opcional antes da certificação INMETRO e que agora passa a ser obrigatório é o ensaio de “Fixação da Suspensão ao Casco”. Neste ensaio, cada ponto de fixação da suspensão ao casco deve suportar a força de um peso de 2,0 Kg por 30 segundos, sem se soltar.

O selo INMETRO é dado para o capacete e para os seus EPI conjugados (viseira, protetor auditivo...)?

Não, apenas para o capacete. Antes do novo sistema (Regulamento de avaliação da conformidade – RAC) para capacetes de segurança, o certificado de aprovação (C.A.) de um equipamento conjugado era um só para todos os EPI que podiam ser usado em conjunto. Ex.: capacete de segurança + viseira + abafador com um CA único. Porém, as viseiras e abafadores ainda não seguem um RAC próprio. Sendo assim, o MTE desmembrou os CA’s e cada EPI passou a ter seu CA individual, ou seja, o capacete possui um número de CA, a viseira outro e os abafadores que podem ser acoplados a ele outro.

Ainda que os EPI possuam CAs individuais, os mesmos devem ser testados em conjunto. Os EPIs testados em conjunto e aprovados são descritos no campo de observação do C.A dos EPI conjugados.

Vestimentas de Proteção

Qual é a Norma utilizada para regulamentação das vestimentas de proteção química no Brasil?

A Norma utilizada para regulamentação das vestimentas de proteção química no Brasil é a ISO 16602:2007 – Classificação, Etiquetagem e Desempenho de Vestimentas Contra Riscos Químicos.

Quais os tipos de classificação para as Vestimentas de Proteção Química segundo a Norma ISO 16602:2007?

As Vestimentas de Proteção são classificadas em um ou mais tipos, cuja designação é baseada no estado físico do perigo, conforme abaixo:

  • Tipo 1: Conjunto de proteção resistente a gases/vapores químicos, cobrindo o corpo todo incluindo mãos, pés e cabeça;
  • Tipo 2: Conjunto de proteção não-estanque a gases, possuindo ar respirável proveniente de pressão positiva dentro do conjunto vindo de uma fonte externa. São resistentes a líquidos, líquidos pulverizados e partículas sólidas aéreas;
  • Tipo 3: Vestimenta de proteção resistente a líquidos;
  • Tipo 4: Vestimenta de proteção resistente a líquidos pulverizados (spray);
  • Tipo 5: Vestimentas de proteção resistente a partículas sólidas químicas transportadas pelo ar;
  • Tipo 6: Vestimentas de proteção química com proteção limitada contra líquidos químicos.

As vestimentas de Proteção 3M contemplam apenas os tipos 4, 5 e 6 (spray leve, poeira e respingos líquidos).

As Vestimentas de Proteção Química possuem Certificado de Aprovação (CA)?

No Brasil, as vestimentas de proteção contra riscos químicos necessitam ser ensaiadas e aprovadas de acordo com os requisitos mínimos definidos pela Norma ISO 16602:2007. Com esta aprovação, recebem o Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho.

Quais os diferentes materiais utilizados nas Vestimentas de Proteção Química da 3M?

Existem dois tipos de materiais utilizados na composição das Vestimentas de Proteção 3M:

  • Material SMS: Muito respirável. A combinação de 3, 4 ou 5 camadas de polipropileno (material não-tecido de fibras de polipropileno fabricadas pelo métodos spundbond e meltblow) oferece proteção e respirabilidade. As camadas de polipropileno intermediárias atuam como uma barreira química (elemento filtrante). As camadas externas fazem com que o material seja suave e respirável.
  • Material Laminado: Resistente e respirável. A associação de uma camada de polipropileno e uma camada de polietileno, laminado de alta qualidade, oferece um excelente comportamento e eficácia frente à maioria dos produtos químicos e partículas. Este material é especialmente resistente e não desprende fibras.

Quais os tipos de costura utilizadas nas Vestimentas de Proteção 3M?

Existem três tipos de costuras que são utilizadas na composição das Vestimentas de Proteção da 3M. São elas:

  • Overlock: Duas peças de material presos pela costura overlock. Boa performance quando comparado com outras costuras convencionais;
  • Rebatida: Junta-se duas peças de material com uma sobreposição de material, geralmente SMS, e então todos os materiais são costurados. Retarda a entrada de respingos e poeira;
  • Selada: Fita ativada por calor aplicada sobre costuras para fornecer proteção extra. Costura mais resistente disponível no mercado;

Quais são as características das Vestimentas de Proteção da 3M?

As Vestimentas de Proteção 3M possuem algumas características que auxiliam na melhor proteção ao usuário.

  • Capuz com design em 3 painéis, para maior compatibilidade com outros EPIs;
  • Sem costura na região superior dos ombros e braços e na região exterior das pernas, aumenta o nível de proteção em regiões com maior risco de acúmulo de contaminantes;
  • Material extra nos braços e nas pernas, para facilitar a movimentação;
  • Zíper bidirecional, para maior comodidade e conveniência;
  • Aba protetora do zíper, promove proteção adicional;
  • Punho tricotado de poliéster, oferece maior conforto ao usuário;
  • Reforço entre as pernas, aumenta a durabilidade da vestimenta;
  • Elástico na cintura e tornozelos, para melhor ajuste;
  • Tratamento antiestático, para reduzir acúmulo de particulados;
  • Não contém componentes feitos de borracha natural (látex) ou silicone.

Para quais aplicações as vestimentas 3M podem ser utilizadas?

As vestimentas de proteção 3M contra produtos químicos foram desenvolvidas para ajudar a proteger o tronco, membros superiores e inferiores do usuário contra respingos de produtos químicos e poeiras. Podem ser utilizadas em várias aplicações, tais como indústrias química, farmacêutica, automotiva, alimentos, petroquímica e em áreas de limpeza e manutenção em indústrias.

Como deve ser a colocação, remoção e o descarte das Vestimentas de Proteção?

O usuário deve ter cuidado ao vestir para evitar danificar a vestimenta. Na remoção, deve enrolar a vestimenta de dentro para fora, evitando contato com o contaminante. O descarte deve seguir legislação local para o contaminante manipulado. O modo como a vestimenta é colocada e removida é tão importante quanto o uso da vestimenta em si.

Qual a vida útil das Vestimentas de Proteção da 3M?

Todas as Vestimentas de Proteção 3M são descartáveis, principalmente quando em contato com agentes agressivos.

Como decidir qual Vestimenta de Proteção 3M usar para a proteção contra certos produtos químicos?

Para selecionar uma Vestimenta de Proteção da 3M , deve-se verificar qual o risco que o usuário está exposto. A partir disso, sabe-se qual o tipo de proteção requerida para essa aplicação, seguindo a classificação da Norma ISO 16602:2007. A 3M disponibiliza em seu site um Seletor de Vestimenta, onde se pode selecionar a vestimenta adequada de acordo com a aplicação.

As Vestimentas de Proteção 3M foram ensaiadas com quais produtos químicos?

Para emissão do Certificado de Aprovação, a Vestimenta de Proteção Química deve ser ensaiada frente a alguns produtos químicos, segundo a Norma ISO 16602:2007. No caso das Vestimentas de Proteção 3M, foram utilizados ácido sulfúrico (30%) e hidróxido de sódio (10%). Além disso, a 3M possui uma tabela com diversos químicos e modelos que foram ensaiados. Ligue para nosso Disque Segurança: 0800-055-0705 e obtenha mais informações.

Quais os tamanhos disponíveis para as Vestimentas de Proteção 3M?

As vestimentas estão disponíveis em 5 tamanhos: M, L, XL, 2XL e 3XL.

Quando o uso de vestimentas é necessário?

Quando o trabalhador estiver exercendo sua atividade em um ambiente contendo poeiras, névoas, respingos, spray leve, gases, vapores e contaminantes biológicos que possam vir a causar danos à sua saúde.

Como é feita a seleção adequada da vestimenta?

A seleção da Vestimenta de Proteção deve ser feita baseando-se nos riscos ao que o trabalhador está exposto. O primeiro passo crítico em desenvolver um programa de saúde e segurança abrangente é identificar os riscos à saúde no local de trabalho. Esse processo é conhecido como “análise de riscos”.

O empregador deve analisar o local de trabalho e determinar se o risco presente requer o uso de Vestimentas de Proteção, antes de distribuir os EPIs aos trabalhadores. Uma análise de riscos conduzida adequadamente identifica as atividades de rotina e fora da rotina e tarefas que possuem maior risco de exposição ao corpo.

A norma ISO 16602 classifica as Vestimentas de Proteção em seis tipos, cuja designação é baseada no estado físico do perigo conforme abaixo:

  • Tipo 1: Vestimenta de Proteção resistente a gases/vapores químicos.
  • Tipo 2: Vestimenta de Proteção não estanque a gases.
  • Tipo 3: Vestimenta de Proteção resistente a líquidos.
  • Tipo 4: Vestimenta de Proteção resistente a líquidos pulverizados (spray).
  • Tipo 5: Vestimenta de Proteção resistente a partículas sólidas químicas transportadas pelo ar.
  • Tipo 6: Vestimenta de Proteção química com proteção limitada contra líquidos químicos.

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